Dançarina

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Dança Contemporânea


A Dança Contemporânea ou Pós-Moderna não prioriza a estética e sim a expressão e transmissão de sentimentos, ideias, conceitos; e os solos de improvisação são bastante frequentes. Por volta de 1960 ela começa a se desenvolver, ao contrário da Dança Moderna não possui uma técnica formal estabelecida, sendo mais que uma técnica específica, uma coleção de sistemas e métodos desenvolvidos a partir da dança moderna e pós-moderna. Depois de um período de intensas inovações e experimentações, que quase atingiram uma total desconstrução da arte, finalmente - na década de 1980 - a dança contemporânea começou a se definir, desenvolvendo uma linguagem própria, embora ainda faça referência ao balé, ao jazz e a outros estilos. 

O desenvolvimento da dança contemporânea foi paralelo ao desenvolvimento da New Dance na Inglaterra, e distinções podem ser feitas entre a dança contemporânea estadunidense, canadense e européia.

A dança contemporânea não se define em técnicas ou movimentos específicos, pois o intérprete/bailarino  tem autonomia na construção de suas próprias partituras coreográficas partindo de métodos e procedimentos de pesquisa como: improvisação, contato-improvisação, método Laban, técnica de release, Body Mind Centery (BMC) entre outros. Esses métodos trazem instrumentos para que o intérprete crie suas composições a partir de temas relacionados a questões políticas, sociais, culturais, autobiográficas, comportamentais e cotidianas, como também a fisiologia e a anatomia do corpo, considerando a realidade do ser humano. Aliado a isso, percebe-se a necessidade da pesquisa teórica para a complementação da prática.

O corpo na dança contemporânea é construído na maioria das vezes a partir de técnicas somáticas, do trabalho da conscientização e experimentação do corpo e do movimento, como exemplo temos a técnica Alexander, Feldenkrais, eutonia, Klauss Vianna (Brasil), entre outras.

Nomes da Dança Contemporânea:

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